quinta-feira, 19 de julho de 2012

Oração do Papa João XXIII pelos maçons




Senhor e Grande Arquiteto,


Nós nos humilhamos a Teus pés e invocamos o Teu perdão pela heresia que, no curso dos séculos, nos impediu de reconhecer em nossos Irmãos Maçons, os Teus seguidores prediletos. 

Lutamos, sempre contra o livre pensamento, porque não havíamos compreendido que o primeiro dever de uma Religião, como afirmou o Concílio, consiste em reconhecer o direito de não se crer em Deus . 

Havíamos perseguido todos aqueles que, dentro da própria Igreja, haviam se distanciado do caminho da Verdade, inscrevendo-se nas Lojas, desprezando todas as injunções e ameaças. 

Havíamos, pensadamente, acreditado que um sinal da Cruz pudesse ser superior a três pontos formando uma pirâmide. 

Por tudo isso, nos penitenciamos, Senhor e com o Teu perdão, Te rogamos, nos faça sentir que um compasso, sobre um novo altar, pode significar tanto quanto velhos crucifixos.

Amém!

4 comentários:

  1. Muito obrigado, esta oração deve se fazer presente na vida de cada um de nós católicos.

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  2. Paz irmãos!
    Lindas palavras do então, Papa João XXIII.

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  3. Já li várias biografias sobre o papa João XXIII, e não conhecia esta oração....poderia nos fornecer quando e onde foi publicada?
    obrigado antecipadamente....

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  4. Existe certa controversia quanto a origem verdadeira desta oração, que foi publicada pela primeira vez em 08/09/66 – Jornal de Geneve; depois em 03/04/71 – Diário do Congresso Nacional Brasileiro. – Senador Benedito Ferreira -. e também publicada em 08/10/98 – Boletim Oficial do Grande Oriente de São Paulo – Noticiário Cultural e Social – Nº. 2315 – Ir.’. Milton V. Serra – Gr.’. Secr.’. Adj.’. de Finanças do GOSP.
    Porém em algumas pesquisas o saudoso e polemico irmão José Castellani afirma que: em 1966, ano da primeira publicação em jornal italiano, surgiram no total três “orações” de João XXIII, sendo uma aos judeus, aos protestantes e aos maçons. (início da citação) Na época — eu já era iniciado — houve o maior oba-oba, entre os maçons, como se aquilo fosse um enorme galardão. Mas a ducha de água fria veio , em 1967, quando se descobriu que as três orações ERAM APÓCRIFAS, ou seja, FALSAS , escritas por outra pessoa , em nome do papa , que já havia falecido em 1963 , três anos antes da publicação. Isso foi PROVADO , mas ainda habitou as publicações maçônicas por mais uns três ou quatro anos , desaparecendo no início da década dos 70.
    Lamento , apenas, que essa farsa tenha sido revivida , há pouco , por um Grão-Mestre do Grande Oriente Paulista , o qual influenciou um obreiro do G.O. de São Paulo , fazendo com que este publicasse a patranha no Boletim Oficial , sem qualquer pesquisa e sem procurar se inteirar da verdade dos fatos.(fim da citação).

    Cesóstre
    www.mormonsmacons.blogspot.com

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