terça-feira, 29 de abril de 2014

Exaltação ao Arco Real - agenda



Prezados Mestres Maçons e Companheiros do Arco Real do GOB. 

Segue as datas das cerimonias de Exaltação ao Santo Arco Real que antecedem o 2º Encontro Nacional do Grande Priorado do Brasil.

  • Capítulo Amor e Caridade Nº 15 - dia 15/05/2014 Petrópolis felipe@depaulo.com.br

  • Capítulo Príncipe do Líbano Nº 60 - dia 28/05/2014 - São Vicente/SP.

  • Capítulo Jerusalém Nº73 dia 31/05/2014 Curitiba oam.parana@gmail.com

  • Capítulo Madras dia 13/06/2014 São Paulo aureo.bernardo@bernardoadvocacia.com.br

  • Capítulo Belo Horizonte dia 28/06/2014 marciocorrea@ig.com.br

O SOBERANO GRANDE PRIMAZ VISITA A LOJA ALVARO PALMEIRA Nº 3308 EM AVARÉ/SP


Dia 06/02/2014 (5ªf) às 20h, a ARLS Alvaro Palmeira Nº 3308, do oriente de Avaré/SP,  Rito Brasileiro, na rua Maranhão nº 1283, realizou  sessão festiva para homenagear os Irmãos João  Cassola Ortega e  Izaltino Manoel Campos, pela dedicação a maçonaria e em especial ao Rito Brasileiro quando tomaram a iniciativa em fundar a Loja Alvaro Palmeira nª 3308.  tendo como Venerável Mestre Irmão João  Tristão Moço, Giuliano Lawrence Aguillar, 1º Vigilante;  Nei Antonio Castro, 2º Vigilante; Pedro Luiz Barbosa, Orador; Antonio de Lima Santos, Secretário; Edson Antunes Faria, Tesoureiro; Antonio  Carlos Suman, Hospitaleiro; Roberto Dias Fonseca Melo, 1º Diácono; Marcos Benedito Ferrari, 2º Diacono; Jose Alberto de Souza Alves, Mestre de Cerimônias; Jorge Dias Moraes, Porta  Bandeira; Izaltino Manoel Campos, Porta Estandarte; Willian Ktsu Yassu, Hospitaleiro; Flávio Antonio Vieira, Mestre de Harmonia e Marcelo Henrique Pedra, Cobridor. estando as autoridades maçônicas, presentes, os Veneráveis Mestres das Lojas, Concórdia Fraterna do oriente de Taquarituba/SP, Irmão Jose Aparecido Yochiake; da Loja Nazaréth Nº 0652, do oriente de  Avaré/SP, Irmão Carlos Tadeu Pinho; da Loja Luz e União Nº 3722 do oriente de Iaras/SP, Irmão Jorge Dias Morais; da Loja União e Justiça Nº 3876 do oriente de  Avaré/SP, Irmão Marcelo Henrique Pedra e  Eminente Irmão Jose da Rocha Lemos, Delegado Litúrgico do Rito Brasileiro, 1ª Delegacia/RJ integrante da Comitiva do Soberano Grande Primaz.

O Supremo Conclave do Brasil ofereceu um mimo para o Irmão Izaltino Manoel Campos, que foi entregue pelo Irmão Jose da Rocha Lemos, Delegado Litúrgido do /Rito Brasileiro, na 1ª Delegacia/RJ, A Loja Alvaro Palmeira, ofereceu ao Irmão Izaltino um Diploma que foi entregue pelo Venerável Mestre, Irmão João Tristão Moço.  O Irmão João Cassola Ortega, foi homenageado pela Loja, recebendo um Diploma que foi entregue pelo Irmão Nilson Bruno Evangelista, Delegado Litúrgico do RitoBrasileiro na 5ª Delegacia/SP, a homenagem do Supremo Conclave do Brasil ao Eminente Irmão Cassola, foi uma placa entregue pelo Soberano Grande Primaz do Rito Brasileiro, Irmão Nei Inocencio dos Santos.

O Primaz Irmão Nei Inocencio dos Santos, recebeu o Diploma oferecido pela Loja Alvaro Palmeira Nº 3308 e  Sublime Capítulo Odilon Franco de Arruda Nº 64 pelo apoio dispensado a estas duas Oficinas do Rito Brasileiro, recebeu o Diploma das mãos do Venerável Mestre, Irmão João Tristão Moço e do Aterzata do Capítulo Irmão Luiz Carlos de Campos.  O Irmão Nei Inocencio dos Santos, emocionado, agradeceu as homenagens, aproveitou a oportunidade e fez a entrega do novo Breve Constitutivo do Capitulo ao Eminente Irmão Delegado Litúrgico, que passou para as mãos do Aterzata, para a guarda como presidente do Ilustre Capítulo.  O Primaz agradeceu a dedicação do Irmão Cassola por ter se dedicado de corpo e alma a 5ª Delegacia Litúrgica do Rito Brasileiro/SP e elogiou o trabalho que o Irmão Nilson Bruno Evangelista, vem desenvolvendo para o engrandecimento do Rito na sua jurisdição, bem como elogiou e agradeceu ao Irmão Luiz Carlos Campos, pelo trabalho organizado na direção do Ilustre e Subnlíme Capítulo Odilon Franco de Arruda Nº 64. 

Fonte: www.redecolmeia.com.br

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rosa – Cruz e a Maçonaria


O pessoal mais antigo da Maçonaria é frequentemente questionado pelos maçons mais jovens, sobre a ligação entre a Maçonaria e o Rosacrucianismo.

A pergunta mais freqüente é se a Rosa-Cruz nasceu na Maçonaria, ou vice versa. Se têm muita coisa em comum, etc.

Na verdade elas são instituições totalmente diferentes, com origens diferentes.

É difícil dizer que não tem nada em comum, pois a Maçonaria tem uma parte "mística", apesar da Maçonaria Especulativa, atual, ser uma construtora social, atuando no terreno político-social. Por sua vez, a Rosa-Cruz é uma instituição muito "mística", num sincretismo de diversas correntes filosófico-religiosas: desde alquimia, gnosticismo cristão, cabalismo judaico até o hermetismo egípcio (Castellani).

Sobre a origem da Maçonaria já foi falado em diversas Pílulas anteriores.

Quanto a origem do Rosa-Cruz, apesar de alguns escritores ufanistas, dizerem que essa Instituição nasceu no Egito antigo, escritores sérios, com documentos concretos, como Frederico Guilherme Costa, demonstram que, na verdade, ela nasceu na Idade Média.

No livro "Maçonaria Dissecada" o escritor citado, nos diz que a primeira menção histórica da Rosa-Cruz, data de 1614, quando apareceu o documento "Fama Fraternitatis", relatando as fantásticas viagens pela Arábia, Egito, Marrocos feitas pelo germânico Christian RosenKreuz.

Nesses países, adquiriu seus conhecimentos místicos e que foram, posteriormente, espalhados pelos quatro cantos do mundo, através de seus seguidores.


Alfério Di Giaimo Neto - MI

sábado, 26 de abril de 2014

MAÇOM E PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Sou muito agradecido aos amigos e amigas, leitores de todo o Brasil, que inclusive compartilham pela internet nossos artigos publicados aos sábados pelo "Diário da Manhã". Encontro que me traz enriquecimento com novas amizades, na maioria nos distinguindo em concordância, outros a quem considero, valorizo e agradeço da mesma forma pelas sugestões e críticas às abordagens aqui publicadas. Produzo este, em fraternidade ao maçom José Augusto Moreira Leme, Deputado Federal Maçônico da Loja "Independência" nº 131, fundada em 23 de novembro de 1867, na progressista e histórica "Campinas", de São Paulo. Um dos muitos que nos compartilham pela sua extensa agenda. Falou-nos de Campos Sales. Quem foi Campos Sales?

Manuel Ferraz de Campos Sales, nasceu em Campinas - São Paulo, no dia 15 de fevereiro de 1841 e morreu em Santos na data de 28 de junho de 1913, com 72 anos. Autor de ações marcantes e eternas na história do Grande Oriente do Brasil como maçom e estadista em nosso país, ocupando altos cargos, coroados pela eleição com 57 anos para presidente da República, que exerceu de 15 de novembro 1898 a 15 de novembro de 1902, antecedido por Prudente de Morais e sucedido por Rodrigues Alves. Recebeu alta confiança da população brasileira, totalizando 420.286 votos contra 38.929 do seu principal oponente, Lauro Sodré.

Com 22 anos, concluiu o curso de Direito, de imediato montando seu escritório, com intenso exercício profissional em paralelo com atividade política, como republicano histórico que foi. Entre os cargos para os quais foi eleito registramos. Vereador, deputado provincial (o que é hoje o deputado federal), de 1867 a 1889. Com a proclamação da república foi nomeado ministro da justiça. Senador, presidente do estado de São Paulo em 1896, quando renunciou para ser candidato a presidência da República. Teve sérias divergências com o ministro da Fazenda, também maçom, Ruy Barbosa, quando foi criado um sistema emissor que se baseava em lastreamento por apólices da dívida pública, fator destacado na crise financeira conhecida como Encilhamento.

Assumiu o mais alto cargo do país em época que a economia, baseada na exportação de café e borracha não ia bem. A desvalorização da moeda causava inúmeros problemas. Seu governo não teve influência política e deles ficou longe, logo de início expressando sua visão:
"Entendi dever consagrar o meu governo a uma obra puramente de administração, separando-o dos interesses e paixões partidárias, para só cuidar da solução dos complicados problemas que constituem o legado de um longo passado. Compreendi que não seria através da vivacidade incandescente das lutas políticas, aliás sem objetivo, que eu chegaria a salvar os créditos da nação, comprometidos em uma concordata com os credores externos".

Seu ministério foi de técnicos não ligados à política partidária.

Na economia decidiu que a resolução do problema da dívida externa era o primeiro passo a ser tomado. Em Londres, Campos Sales e os ingleses estabeleceram um acordo, suspendendo o pagamento dos juros da dívida externa por 3 anos, e o seu pagamento por 13 anos, iniciando a ser quitada em 1911, com o prazo de 63 anos, ficando hipotecadas aos banqueiros ingleses, as alfândegas do Rio de Janeiro e Santos. Em seguida partiu para o saneamento econômico, combatendo a inflação, não mais emitindo dinheiro e retirando de circulação uma parte do papel moeda emitido pelos governos anteriores. Combateu o déficit orçamentário, reduziu as despesas e aumentou a receita, cortando o orçamento do governo federal.

Estadista corajoso, determinado, mas que não conquistou a simpatia popular do povo do Rio de Janeiro. Retirou-se tranquilo e com a consciência do dever cumprido, embora tenha sido vaiado pela população carioca, no trajeto entre o palácio da presidência e o trem que tomaria de volta à São Paulo. Mas transmitiu ao seu sucessor Rodrigues Alves "Uma casa em ordem, com a escrita equilibrada, tendo como saldo sua probidade, tolerância e a firmeza, com quem respeitara os seus compromissos de governo". Já em São Paulo, foi recebido com aplausos populares. Estudantes da faculdade de direito, tentaram articular, sem sucesso a sua volta a presidência da república. Em 1909 voltou à política, como senador e foi no exercício deste cargo que a morte veio encontrá-lo em 1913.

Este é um maçom, cidadão que há quase 150 anos atrás tinha visão e coragem, valor ausente dos administradores públicos de hoje. O Brasil a cada dia que passa torna-se administrado pelos interesses políticos partidários, tão combatidos por Campos Sales. Ruas, avenidas, bairros e praças recebem seu nome, homenagens também prestadas com as denominações das cidades de "Campos Sales", no Ceará e Salesópolis, em São Paulo.

Faço um registro especial e agradeço ao maçom e historiador Francisco Stolf Netto, integrante da Loja Maçônica "Independência" nº 131, onde Campos Sales iniciou, após uma semana de sua fundação, ocorrida em 23 de novembro de 1867. É portador da Comenda Dom Pedro I, de quem me vali para escrever em síntese, sobre o maçom e presidente da república, Manoel Ferraz de Campos Sales. Loja sediada no centro de Campinas, exatamente na Av. Dr. Campos Sales e que com muito vigor participava e participa ativamente com seus membros, da vida social e política da cidade, da região e da nação. Foram seus fundadores, Pedro Ernesto Albuquerque, Joaquim de Oliveira, Antônio Firmino de Carvalho e Silva, José Bento Pereira dos Santos, José Henrique Ponter, João Lopes da Silva, José Ribas D'Avila, Benedito Camargo Pedroso, José de Souza Teixeira, José Manuel Cerqueira Cezar, Francisco Pedroso da Silva Barros, liderados por Joaquim Vieira de Carvalho.

Hoje é administrada por uma diretoria composta por Marcos Antônio da Costa, Lúcio Antonio Geraldi, Paulo Sérgio Nonatto de Carvalho, Marino De Tella Ferreira, Paulo Roberto Policastro, Edson Tomaz e Zilião, Antonio Augusto Kauã, José Augusto Moreira Leme e José Alberto Brigo.

O Brasil precisa muito de "Maçom e Presidente da República", como Manuel Ferraz de Campos Sales.

Artigo do Sap. Ir. Barbosa Nunes
G.M.G. Adj. do GOB

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Dia Maçônico da Tolerância entre Povos


 No dia 23/04/2014 às 20:30h, no templo Piratininga no Palácio Maçônico do GOSP, Rua São Joaquim, 457 - Liberdade, Oriente de São Paulo/SP, por iniciativa das Lojas Coirmãs Rei David, Rei Salomão, Manoel Tarnovschi, Fraternidade Acadêmica Canãa, Macabeus, Ararat vinculadas ao GOSP  e David Iampolsky, Memória e tradição, Perfeita União, União 112, Roberto Muszkat da GLESP, o Grande Oriente de São Paulo (GOSP) o Dia Maçônico para a Tolerância foi instituído pelo GOSP como sendo o dia 18 de Abril de cada ano, em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12/11/1995, tendo 185 Estados como signatários. Foi instituído pela Resolução 51/95 da UNESCO, não só para lembrança dos Holocaustos a que a Humanidade passou e vem passando, mas como um marco de Tolerância e Fraternidade, o evento, aberto ao publico, pretende-se chamar a atenção para a memória desses fatos e o entendimento que nunca mais possam ser repetidos.

O Dia Maçônico para a Tolerância foi instituído pelo GOSP como sendo o dia 18 de Abril de cada ano, em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12/11/1995, tendo 185 Estados como signatários. Foi instituído pela Resolução 51/95 da UNESCO.


Princípios da Declaração de Paris e efeitos

A Declaração da ONU fez parte do evento sobre o esforço internacional do Ano das Nações Unidas para
a Tolerância. Nela os estados participantes reafirmaram a "fé nos Direitos Humanos fundamentais" e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões
culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância, a convivência pacífica entre os povos vizinhos.

Foi então evocado o dia 16 de Novembro, quando da assinatura da constituição da UNESCO em 1945. Remetia, ainda, à Declaração Universal dos Direitos Humanos que afirma:
  • Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião (Artigo 18); Todos têm direito à liberdade de opinião e expressão (Artigo 19);
  • A educação deve promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações, grupos raciais e religiosos (Artigo 26).

 Instrumentos

Para a consecução da tolerância entre os povos, são relacionados os seguintes instrumentos jurídicos internacionais:
  • Convenção Internacional dos Direitos Civis e Políticos.
  • Convenção Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
  • Convenção para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial.
  • Convenção para a Prevenção e Combate ao Crime de Genocídio
  • A Convenção de 1951 relativo aos Refugiados, e seus Protocolos de 1967 e, ainda, os instrumentos regionais.
  • Convenção para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.
  • Convenção contra a Tortura e combate a todas as formas de tratamento cruel, desumano ou castigo degradante.
  • Declaração de Eliminação de todas as formas de Intolerância baseada na religião ou crença.
  • Declaração dos Direitos das Pessoas que pertencem a Nações ou Minorias Étnicas, Religiosas e Linguísticas.
  • Declaração de Medidas para Eliminar o Terrorismo Internacional.
  • Declaração de Viena, e Programa de Ação da Conferência Mundial de Direitos Humanos.
  • Declaração de Copenhague e Programa de Ação adotada pela Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social.
  • Declaração da UNESCO sobre Raça e Preconceito Racial.
  • Convenção da UNESCO e Recomendação contra a Discriminação na Educação.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

ARLS Dom Pedro I Nº 1133, comemora 90 anos no Oriente de Santos/SP



Dia 22/04/2012 (3ªf) às 20h na Loja DOM PEDRO I nº 1133 http://www.lojadpedro1.com.br/; Data Fundação: 19/04/1924, Sessão aniversário de 90 anos e Homenagens, tendo como Venerável Mestre LUIZ FERNANDO DOS SANTOS, estando presente as autoridades maçônicas Soberano Marcos José da Silva, GM-GOSP Mario Sergio Nunes da Costa, Ministro do STJM José Moretzsohn de Castro, Presidente da PAEL KAMEL AREF SAAB, GMadj.GOSP Benedito Marques Ballouk Filho, Secr. Geral de Comunicação e Informática adj. Fernando Colacioppo representando o  Sapientíssimo Cláudio Roque Buono Ferreira, Egisto Rigoli Assessor Especial do Grão-Mestre Geral, Secretário Geral de RE do GOB ALFERIO DI GIAIMO NETO, Aníbal Martinez, Secretário Geral Adjunto de Relações Públicas, Cássio Araújo Borges da Silva, Secretário Adjunto de Educação e Cultura, João José Viana, Assessor Especial do Grão-Mestre Geral, Ir. Elvis Negrão Fazzio, Assessor Especial do Grão-Mestre Geral, Grandes Secretários VANDERLEI DOS SANTOS, VANDERLEI FARIA, ORENIDES PELEGRINI, Subprocurador ROQUE SERGI, Osvaldo Luís Zago - Assessor Juridico do GOSP, Hesli Negrão Fazzio Jr - Coordenado A favor da vida GOSP, Garante de Amizade ROBERTO EXPEDITO CASEMIRO, 2º Vice-Presidente da PAEL BRASIL COTTA JUNIOR, Deputados Federais Carlos Teixeira Filho, Cristovam Américo Dias, Raul Pedroso de Lima Jr. e Edwin Rocco; Coordenadores Regionais do GOSP Cesar Augusto Pascali Rago, Abilio César Coelho Rocha e Marconiedson Cedro; Coordenadores Distritais do GOSP Henrique Augusto Branco, Valdir Natário, João Galuzzi Baltazar e Roberto de Medeiros; José Carlos Fonseca, Deputado Estadual; e Veneráveis Mestres Arnaldo Duarte Lourenço, Vinicius Aurélio Constantino, Mário Álvaro Pereira Fernandes, Carlos Roberto Lopes Jr., Jesus Lamas Rosa, Ivo Miguel Evangelista Santos e Osmar Raite Jr, Ir. Protogenes Queiros.

Fonte: www.redecolmeia.com.br

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Alguns motivos para ingressar no Arco Real

No sentido direto da palavra, eu sou um entusiasta do Arco Real e acho difícil entender por que muitos irmãos não buscam ingresso nesta Ordem. Por que alguém deveria ingressar no Arco Real, em vez de qualquer um dos outros graus maçônicos e ordens disponíveis para nós?

O primeiro motivo é a ligação indissolúvel entre os graus simbólicos e o Arco Real.
Por razões históricas, quando as duas Grandes Lojas se uniram em 1813 para formar a Grande Loja Unida da Inglaterra, adotaram a definição de "mais pura e antiga Maçonaria consiste "única e exclusivamente de 3 graus, a saber; Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom, incluindo a Suprema Ordem do Santo Arco Real”. Como resultado os Graus simbólicos e o Arco Real se tornaram indissoluvelmente ligados administrativamente e tematicamente. O que é uma característica da Maçonaria Inglesa.

O segundo motivo para aderir. Nosso progresso através Maçonaria é uma jornada de auto descobrimento e autoconhecimento. Na Loja Simbólica somos apresentados aos princípios e normas eminentemente práticas que, se seguirmos em nossas vidas, nós temos a esperança de levar uma vida que possamos auxiliar nossos semelhantes e agradável a Deus.

Mas nós não somos seres simplesmente práticos.

Temos um aspecto espiritual vital à nossa natureza, que é abordada no Arco Real. Em essência, o Arco
Real, sem transgredir os limites da religião, convida o candidato a considerar a natureza de Deus e seu relacionamento com ele.

Dessa forma, o Arco Real completa o homem, levando-o da prática para o espiritual. A loja simbólica e o Arco Real formam a mais pura e antiga maçonaria.

O terceiro motivo é a cerimônia e o próprio ritual. Bem executada a cerimônia de exaltação é um dos mais belos e instigantes rituais da Maçonaria. Mais dramático do que os graus simbólicos, o clímax da cerimônia forma uma memória viva para todos os que passam por ela.

O quarto motivo é o companheirismo e diversão. É muito raro um capítulo ter em seu quadro Companheiros apenas uma Loja. Ao participar de um capítulo você vai aumentar a sua rede de contatos maçônicos além daqueles da sua própria loja, isto por sua vez, pode levar a um aumento na sua experiência e conhecimento maçônico.

Mas, acima de tudo, ingressando no Arco Real você vai aprimorar o seu aprendizado na Maçonaria. Ela traz consigo novas experiências, novos conhecimentos e novos companheiros, que adiciona mais alegria e satisfação a nossa paricipação na Maçonaria.

Em. Ir. Joselito Romualdo Hencotte
oam.parana@gmail.com

sábado, 12 de abril de 2014

AS 4 LEIS DA ESPIRITUALIDADE ENSINADAS NA ÍNDIA

A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
 
BAI Wagner Veneziani Costa

segunda-feira, 7 de abril de 2014

MAÇOM ESCRITOR

Artigo Publicado no Jornal Diário da Manhã, edição 05/04/2014.

Busco forças e amparo-me no sentimento fiel de benevolência que é a amizade,a mim demonstrada nesta semana, quando partiu para o espaço espiritual, nossa mãe Alice, indo se juntar ao companheiro Juvenal, exatamente após dois anos e um dia. A fraternidade me reforça para a caminhada. Meditando sobre a vida, reli o livro que prefaciei intitulado: "Somos Irmãos", escrito pelo maçom João Asmar-Editora Kelps, disponível aos interessados através do endereço eletrônico asmarjunior@hotmail.com. Assim, com muita honra, produzi o seguinte texto nas páginas 11/14 .

"Distinguido e privilegiado, prefacio esta obra por gesto e a convite do Irmão maçom, “João Asmar”. Dediquei-me a sua leitura completa. Sinto-me gratificado espiritualmente. Acresci ao meu conhecimento, conteúdo de valor humano e histórico, pelas revelações de vida do autor.Prática maçônica transportada para cada página. Presente nas palavras que reproduzem fé e labor. Palavras não isoladas ou abstratas, mas acorrentadas por elos indestrutíveis,que unem os maçons de toda esfera terrestre."
A leitura me transmitiu paz em um bom caminho. Comecei a sentir que o livro é também algo meu, revelador de conceitos e sentimentos que procuro adquirir. Os temas estão sequenciados e se sustentam por uma argamassa de solidariedade, sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.

Páginas e capítulos portadores de informações, história, cultura e fé, com José Asmar abrindo sua alma, seu coração e seu intelecto para dizer aos Irmãos, "Solidariedade é santificação, estreito caminho que nos conduz à aproximação com Deus, na efetiva demonstração de amor ao próximo". Foi ao seu modelo, reencontrando perfeita inspiração e força literária no maior líder, fonte que nos reabastece, sobretudo nos momentos de dificuldades, "Nosso Mestre Jesus Cristo".

O que mais me sensibilizou foi o título,"Somos Irmãos", que grava um “Asmar” taxativo, rejeitando objeção, não abrindo espaço para dúvida ou contestação, como se estivesse no alto de uma tribuna, falando como maestro da verdade. 
Em alto e bom som afirma: "SOMOS IRMÃOS". No plural da vida mobiliza todo seu pensamento, excluindo da rotina comum "MEU IRMÃO", para peremptoriamente bradar, clamar por uma reflexão "SOMOS IRMÃOS", como na letra dos "Anjos de Resgate": "Não existirão pedras no caminho que irão nos derrubar, na mesma direção seremos um a caminhar, filhos de um mesmo pai, que nos ama, que nos ensina a perdoar..."
João Asmar descreve o mundo maçônico de todos nós, pelos vários aspectos conceituais, históricos, caminho do aperfeiçoamento, alvorecer de um novo tempo, diante de um mundo habitado por seres racionais, ora reunidos, ora divididos em conflitos. Mas, ele,"Asmar", cultua a verdade indesmentível de que até diante da desarmonia, do ódio, ninguém pode negar a máxima que titula este livro, "SOMOS IRMÃOS".
Vejo João Asmar como cidadão ocupante de um espaço digno a quem o encaminhou na vida, seus pais, "Abrahão Jorge Asmar e Amina Jorge Asmar". Foi testado na vida em momentos diversos, delicados, tristes e alegres. Chegou a Ordem Maçônica, já como maçom verdadeiro e amadurecido. A cerimônia de sua iniciação muito me impressionou, pois ele mostrou aos presentes seus poderes. Não os fictícios ou de vaidade, muito menos de herói, vencedor ou dono da verdade, mas apresentando-se com fé, confiança e querer. Quem tem fé confia em si, carrega o querer. "Asmar" acreditou e acredita na Maçonaria. Chegou a ela no tempo certo e determinado para enriquecê-la e honrá-la com sua extensa e brilhante história de vida, nos brindando com esta fulgurante publicação: "Somos Irmãos". Guardo para mim eternamente esta sagrada oportunidade de prefaciar um livro do Irmão, Amigo e Mestre dos grandes ensinamentos."

Na mesma publicação o Grão-Mestre da Sereníssima Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás, Ruy Rocha de Macedo: "Neste livro o espaço é o da história.O tempo é o da ação.O livro nos disponibiliza um índice repleto de sentimentos que habitam o íntimo não só dos maçons,mas também de qualquer pessoa simples de coração e de alma",enquanto o Grão-Mestre Adjunto da mesma potência e futuro Grão-Mestre Estadual, Adolfo Ribeiro Valadares, afirma: "Somos Irmãos" nos traz um misto de amor, paixão, angústia, ira, dúvidas, ironia, alegria, lendas ,tradições e muitos outros sentimentos.

Já o professor Licínio Leal Barbosa, destacado maçom em Goiás e no Brasil, integrante da Academia Goiana de Letras,escreve que "O índice da obra demonstra a variedade de temas,os mais importantes sobre a maçonaria,tais como a origem da instituição,a nomenclatura dos graus,delineada pelo vastíssimo temário que aborda".

Concluindo, Eurípedes Barsanulfo Junqueira, Grão-Mestre Honorário do GOB-Goiás, diz, "Li com a maior atenção e pude avaliar o valor do conteúdo.Registra fatos históricos e valorosas afirmações de maçons do mundo,verdadeiro alicerce da nossa formação histórica.O autor de "Somos Irmãos" se enquadra perfeitamente,no pensamento de Simon Bolívar:
"A Maçonaria é uma praia acolhedora. Ditosos aqueles que podem alcançá-la.Felizes aqueles que podem chegar até ela,vencendo as tempestades do pensamento. No seio da maçonaria,adquirem-se grandes virtudes e descobrem-se grandes gênios da ação e do pensamento. Na maçonaria,o homem aprende a elevar-se sobre o vulgo,não duvida em esquecer,quando é necessário,de si mesmo,desde que possa oferecer aos seus Irmãos um pouco de doçura na existência.É uma instituição sublime."

Pelo vasto temário que aborda, pesquisa realizada e por versar sobre a maçonaria dos primórdios, história e participação na sociedade brasileira em momentos decisivos, contextualizando-a no mundo de hoje, é uma produção cultural que o maçom e as lojas devem tê-la para pesquisa constante, por isto, renovo minha indicação.

Autor: Sap. Ir. Barbosa Nunes
G. M. G. Adj. GOB

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Monumento aos Maçons Imperiais em Porto Alegre

Por iniciativa do vereador Bernardino Vendruscolo foi destinada área da cidade na esquina da rua Azenha com João Pessoa, próximo à Ponte da Azenha, onde teve início a Revolução Farroupilha para abrigar Monumento à Paz em homenagem aos Maçons Republicanos e Imperiais da Revolução .Como a história registra, a decisão de tomar militarmente a cidade de Porto Alegre e destituição do presidente provincial, que deu início à Revolução Farroupilha, foi tomada  em 1835 na Loja Maçônica Filantropia e Liberdade, na Rua Duque de Caxias,  sendo grão-mestre o general Bento Gonçalves. Garibaldi, um dos nomes mais importantes da Revolução era maçom, tendo inclusive sido lançado um selo em sua homenagem com símbolo maçonico.
O horário da inauguração foi a partir das 11 horas, quando o sol se encontra em zênite, projetando sua luz sobre todos, sem sombra.

Ao inaugurar a obra,  que foi custeada pela iniciativa privada, segundo parâmetros da municipalidade, o prefeito Fogaça ressaltou que “é um orgulho para a cidade inaugurar este monumento. Não há nenhuma palavra que se associe mais à maçonaria que liberdade, vinculada à Revolução Farroupilha e à alma do gaúcho. Que estas colunas sejam permanentemente o símbolo do apego dos gaúchos à liberdade”.

Inaugurado em 20 de agosto de 2009.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Dilapidando Colunas

Pedras distantes umas das outras às vezes muitos longínquas nas profundezas da terra, isoladas, brutas, inutilizáveis e profanas. Ainda assim o tempo e as energias do fogo ardente das profundezas da terra bem como as atrações e retrações naturais do universo e o movimento constante da terra e suas placas fazem com que essas pedras se encontrem, e elas se tocam trocando energias acumuladas e desgastando-as, muitas se desprendem de suas partes desnecessárias para sua existência, outras ganham novos moldes, algumas são expostas naturalmente sobre a crosta dos terrenos outras são descobertas por mãos e assim passam a integrar um sistema diferente de existência, umas aço, outras mármores, algumas sedimentares e as preciosas; essas são trabalhadas, talhadas, moldadas, desbastadas, esquadradas, aprumadas, e nesse processo de lapidação as que não servem para integrar são devolvidas aos ambientes brutos de onde vieram ou reutilizadas para fins outros que as manterão talvez imutáveis novamente por milênios.

Assim somos nós homens, presos aos nossos dogmas e mediocridades distintas, selvagens, escravos, inimigos uns dos outros, corruptores, perversos. De diversas formas tentamos perpetuar esse sistema com diversas mascaras e diferentes nomes. Por sorte alguns homens nascem livres, enquanto outros se tornam, e se permitem juntos serem lapidados e assim são iluminados ao sol e a lua, guiados pelas estrelas, encurtam distancias entre si e comungam como se fossem um, respeitando suas diferenças e buscando amplificar suas qualidades deixando de fora toda bagagem desnecessária para a suas vidas e trabalhos interiores, padronizam-se, tornam-se assim iguais. Constroem internos templos e moradas, erguem colunas de sustentação para suas elevações espirituais e humanas, e assim muito bem arquitetados são inclusos pelas mãos universais na responsabilidade de manter o equilíbrio e o controle dos caminhos, afim de que aqueles que ainda andam em trevas não se percam e sejam devorados por elas. Assim sanam os desvios de conduta da sociedade e permitem que de tempos em tempos as mudanças sejam gradativamente aplicadas sem que ao menos sejam percebidas, ou com menor promoção de dor e, ou nostalgia.

Infelizmente alguns desses homens se permitem olhar para trás e revivem seus tempos tenebrosos, ou pior, experimentam o lado escuro da inclinação do homem à perversidade. Iludem-se na esperança de que barro se transforme em pedra ou enganam tal elemento afim de alimentar seus egos próprios e obter vantagens. Sem dúvida acabam permitindo que diamantes prontos e lapidados pela simples ação da energia do universo investido na terra, sejam encontrados e incorporados às suas lojas valorando ainda mais as suas joias, não apenas na quantidade ou valia mas em qualidades e valores. Barro será sempre barro e mesmo que moldado e comprimido afim de que se pareça um objeto de valor em sua essência será sempre barro jamais um diamante. Precisamos iniciar uma intensa e constante busca por exibir em nossas vitrines augustas apenas diamantes e permitirmos que o barro seja levado durante as diversas redenções pela água ou pelas ferramentas de trabalho. Enquanto isso novas colunas serão moldadas dando maior e melhor sustentação ao nossos espaços interiores e deixando mais belo o exterior de nossas casas, fazendo com que a família seja respeitada como deve ser e não permitindo que goteiras ou infiltrações imundas adentrem as casas nem se pervertam os valores universais os quais o olhar daquele que a tudo vê, defenderá a ferro e fogo.

Artigo de Engedi Oliveira
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