terça-feira, 24 de junho de 2014

O QUE SÃO OS LOWTONS?



A palavra Lowton não é encontrada em nossos dicionários comuns ou de qualquer língua, mas é usada em alguns dialetos na Escócia.

Supõe-se que seja corruptela de um termo egípcio antigo, significando "lobo" ou "chacal". Alguns povos pronunciam luston ou Lowton; Na França usa-se o termo luveton e na Inglaterra lewis.


Por Lowton são assim chamados os adotados pela Maçonaria, porque "lobo" – ou o "chacal", ambos da mesma família, desde os mais recentes tempos representam a coragem, o destemor, sendo o único animal selvagem que só se defende, raramente, atacando presas só para se alimentar. As más qualidades fogem do lobo, como as trevas se afugentam e cedem à luz do sol. Isso é relembrado e trazido à nós através da antiga lenda romana de Rômulo e Remo quando diz que quando a sua mãe, uma princesa latina, foi assassinada por um tio malvado, os bebês gêmeos, Rômulo e Remo, foram lançados ao Tibre. Salvos por uma loba, que os amamentou e os tratou como se fossem seus filhos, incutiu neles ferocidade e sentido de lealdade.


Voltando ao foco desta matéria, lembremos que o Ir∴ Baden Powel, criador do Escotismo, cognominou Lowtons como uma classe de lobinhos, certamente se inspirando nesses fatos.


A cerimônia de adoção de Lowton é assim chamada uma vez que os Lowtons tornam-se "filhos adotivos da Loja Maçônica", a qual contrai para com eles a obrigação de servir-lhes de tutor e de seu guia na vida social, acompanhando-os em seus passos na coletividade em que convivem.


Devem os pais reconhecerem a grande honra que lhes representa ao terem seus filhos adotados por uma Loja Maçônica. Assim sendo, receberão com o máximo carinho fraternal sua instrução e direcionamento a um modo de vida totalmente responsável, livre e fraternal.


Aos padrinhos cabem reconhecerem a honra de estarem representando a Loja Maçônica e assumindo, em seus nomes, os fraternos compromissos da adoção, até a sua formação e principalmente na falta de seus pais, se ocorrer. Naquele momento os padrinhos assumem as responsabilidades:


Guiar seus afilhados na senda da fraternidade;

Mostrar-lhes a importância da liberdade;

Exaltar a fraternidade para onde foram guiados;

Dedicarem amor e cuidado com as crianças órfãs.


Os padrinhos e a própria Loja Maçônica devem tudo fazer para que essas crianças, esses jovens, transformem-se em verdadeiros homens, cônscios de seus deveres, responsáveis pelas suas liberdades com o sentido de auto vigilância sobre os seus atos acima de tudo, alertá-los para que se tornem sabedores de todas as injunções do ser humano, mas dispostos a ultrapassá-las, É dever dos padrinhos maçons demonstrar, pela prática na vida profana, pelo exemplo de seus atos e pela vivência das virtudes teologais.

Fonte: Rede Colmeia

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Feliz aniversário Grande Oriente do Brasil.



O Grande Oriente do Brasil (GOB) é a mais antiga Potência Maçônica brasileira (associação de Lojas Maçônicas, também chamada de Obediência Maçônica). O GOB participou ativamente em momentos cruciais da história brasileira, como a abolição da escravatura e a proclamação da república.

A maçonaria (forma reduzida e usual de francomaçonaria) é uma sociedade secreta de carácter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filosófica. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e corretamente designadas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si."

O Grande Oriente do Brasil (GOB) foi fundado em 17 de junho de 1822, a partir de três Lojas Maçônicas: Comércio e Artes, União e Tranquilidade e Esperança de Nictheroy.

Seu primeiro Grão Mestre foi José Bonifácio de Andrada e Silva que após a fundação do Grande Oriente do Brasil passou a ser membro da Loja Maçônica Esperança de Nictheroy.

Em 4 de outubro de 1822, veio o segundo Grão Mestre, o então Príncipe Regente e logo depois Imperador D. Pedro I.

Em 1843, instalou-se o GOB no Palácio Maçônico do Lavradio, no Rio de Janeiro.

Em 1960, sua sede administrativa se mudou para Brasília, com sua instalação em 1978 no Palácio Maçônico "Jair de Assis Ribeiro", uma homenagem ao Soberano Grão-Mestre de Honra do Grande Oriente do Brasil e do Grande Oriente do Estado de Goiás, chamado de "O Construtor" . O imponente edifício, suspenso e em formato triangular, possui área construída de mais de 7.800 metros quadrados.

Fonte: www.redecolmeia.com.br

segunda-feira, 16 de junho de 2014

LOJA L´AQUILA ROMANA Nº 3365 - ORIENTE DE SÃO PAULO/SP.



Dia 14/06/2014 (SÁBADO) às 9:30h na Loja L´Aquila Romana - 3365 - http://www.redecolmeia.com.br/loja/arls3365/ , RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, Rua Augusta, 719 - Sobreloja - São Paulo - Capital, Fundada em 03/02/2001, Sessão de instalação e posse do Venerável Mestre eleito Luciano Azevedo Lucas e o Venerável Mestre que deixa o cargo  Silvio Verdiani, Presidente da comissão instaladora Fernando Tullio Colacioppo, 1º Vig. Julio Takano, 2º Vig. Paulo Peres, e posse da nova ADM 1º Vigilante: OSVALDO LUÍS ZAGO, 2º Vigilante: MARCÍLIO MARCHI TESTA, Secretário: JULIO TAKANO, Tesoureiro: IVAN CARLOS ROSSONI PEREIRA, Chanceler: WAGNER JOSÉ MARIA CREPALDI, Orador : MARIO MARIANO MACHADO, estando presente as autoridades maçônicas Secretário Geral de RE Tullio Colacioppo, Secretário Geral de RE adj. Alferio Di Giaimo Neto (Autor da Pílulas Maçônicas), Secretário Geral de Comunicação e Informática Adj. do Grande Oriente do Brasil Fernando Colacioppo, Garante de Amizade Mario Mariano, Assessor do GOSP João Assunção, Dep. Fed. Paulo Peres e Claudio Auricchio Turi, entre outras autoridades.

fonte www.redecolmeia.com.br

terça-feira, 10 de junho de 2014

Maçons Ilustres no Brasil - de A a Z



Ademar de Barros  -  médico e político ( Governador de Estado )
Altino Arantes  -  político ( Presidente de Estado )
Afonso Celso ( Visconde de Ouro Preto )  -  estadista
Albuquerque Lins  -  político (presidente de Estado)
Alcindo Guanabara  - político e jornalista
Alvarenga  -  cantor popular (em dupla com Ranchinho)
Amadeu Amaral  -  escritor
Américo Brasiliense  -  republicano histórico (Presidente de Estado)
Américo de Campos  -  diplomata e jornalista
Antonio Bento  -  abolicionista
Antonio Carlos Ribeiro de Andrada  -  diplomata e jornalista
Antonio Carlos Ribeiro de Andrada III - político (Presidente de Estado)
Aristides Lobo  -  republicano histórico
Arrelia  -  artista circense
Arruda Câmara  -  naturalista e frade carmelita
Azeredo Coutinho  -  bispo, precursor da independência

Barão do Rio Branco  -  historiador e diplomata
Barão de Itamaracá  -  médico, poeta e diplomata
Barão de Jaceguai  -  almirante, escritor e diplomata
Barão de Ramalho  -  abolicionista e republicano
Barão do Triunfo  -  militar
Basílio da Gama  -  político
Benedito Tolosa  -  médico e professor
Benjamin Constant  -  militar, professor e político ( "o pai da República" )
Benjamin Sodré  -  almirante e político
Bento Gonçalves  -  líder da revolução farroupilha
Bernardino de Campos  -  republicano histórico ( Presidente de Estado )
Bob Nelson  -  cantor popular

Caldas Júnior  -  jornalista
Campos Salles  -  presidente da República
Carequinha  -  artista circense ( em parceria com Fred )
Carlos de Campos  -  político ( Presidente de Estado )
Carlos Gomes  -  maestro, compositor
Cesário Mota Junior  -  médico, historiador e político
Cipriano Barata  -  prócer da independência
Clemente Falcão  -  advogado ilustre, lente da Faculdade de Direito
Conde de Lages  -  político
Cônego Januário da Cunha Barbosa  -  prócer da Independência
Conselheiro Brotero  -  político do II Império
Conselheiro Crispiniano  -  político do II Império

David Canabarro  -  um dos líderes da Revolução Farroupilha
Delfim Moreira  -  político, presidente da República
Deodoro da Fonseca  -  militar, proclamador da República
Divaldo Suruagy  -  historiador e político ( Governador de Estado )
Domingos de Morais  -  político
Domingos José Martins  -  líder da Revolução Pernambucana de 1817
Duque de Caxias  -  militar, patrono do Exército Brasileiro

Eduardo Wandenkolk  -  militar e político
Eleazar de Carvalho  -  maestro
Esmeraldo Tarquínio  -  político
Esperidião Amin  -  político ( Governador de Estado )
Euzébio de Queiroz  -  político do 2o. Império
Evaristo da Veiga  -  jornalista e político
Evaristo de Moraes  -  pioneiro da legislação social no Brasil
Everardo Dias  -  político e líder das primeiras lutas operárias

Fernando Prestes  -  político ( Presidente de Estado )
Francisco Glicério  -  republicano histórico
Frei Caneca  -  patriota e revolucionário
Frei Francisco de Sta. Tereza de Jesus Sampaio (prócer da Independência)

Gioia Júnior  -  poeta, político
Golbery do Couto e Silva  -  militar e ministro de Estado
Gomes Cardim  -  jornalista e político
Gomes Carneiro  -  militar
Guilherme Ellis  -  médico

Hermes da Fonseca  -  presidente da República
Hervé Cordovil (compositor, arranjador, parceiro de Luis Gonzaga)
Hipólito da Costa  -  " O patriarca da Imprensa Brasileira "

Ibrahim Nobre  -  tribuno da Revolução Constitucionalista de 1932
Inocêncio Serzedelo Correa  -  militar e político

Jânio da SIlva Quadros  -  presidente da República
João Caetano  -  ator teatral
João Mendes  -  jornalista, político e grande advogado
João Tibiriçá Piratininga  -  político, propagandista da República
Joaquim Gonçalves Ledo  -  prócer da Independência
Joaquim Nabuco  -  escritor, diplomata e líder abolicionista
Jorge Tibiriçá  -  político ( Presidente de Estado )
Jorge Veiga  -  cantor popular
José Bonifácio de Andrada e Silva  -  " O Patriarca da Independência"
José Castellani - Escritor , Pesquisador , Historiador  e  Médico .
José Clemente Pereira  -  prócer da Independência
José do Patrocínio  -  expoente da campanha abolicionista
José Maria Lisboa  -  jornalista e político
José Martiniano de Alencar  -  político ( Presidente de Província )
José Wilker de Almeida - Ator (Rede Globo) - Natural de Juazeiro do Norte - Ceará
Júlio Mesquita  -  jornalista e político
Júlio Mesquita Filho  -  jornalista e político liberal
Júlio Ribeiro  -  escritor
Júlio Prestes  -  político ( Presidente de Estado )
João Alfredo  -  conselheiro do Império

Lamartine Babo  -  compositor popular
Lauro Sodré  -  militar e político
Lauro Müller  -  militar e estadista
Lopes Trovão  -  propagandista da República
Lourenço Caetano Pinto  -  político
Luis Gama  -  líder abolicionista e republicano
Luis Gonzaga (cantor e compositor popular, chamado "O Rei do Baião")
Luis Vieira  -  cantor

MAESTRO JOÃO DE SOUZA LIMA (pianista, regente, compositor, prêmio Internacional
de Piano do Conservatório de Paris, um dos três brasileiros a ganhar o ambicionado prêmio,
na primeira metade do século XX)
Manoel de Nóbrega  -  produtor de televisão
Manoel de Moraes Barros  -  advogado e político
Manuel de Carvalho Pais de Andrade  -
( Presidente da Confederação do Equador (1824))
Mariano Procópio  -  político e empresário
Mário Covas  -  político ( Governador de Estado )
Marquês de Abrantes  -  político e ministro de Estado
Marquês de Paraná  -  político e diplomata
Marquês de Paranaguá  -  político e ministro de Estado
Marquês de São Vicente  -  político e jurista
Marquês de Sapucaí  -  político e jurista
Marrey Júnior  -  jurista e político
Martim Francisco Ribeiro de Andrada III  -  político republicano
Martinico Prado  -  republicano histórico
Maurício de Lacerda  -  advogado e político
Moreira Guimarães, general  -  militar e político

Nereu Ramos  -  político, presidente interino da República
Newton Cardoso  -  político ( Governador de Estado )
Nilo Peçanha  -  presidente da República
Nunes Machado  -  um dos chefes da Revolução Praieira

Octavio Kelly  -  magistrado e político
Orestes Quércia  -  político ( Governador de Estado - afastado )
Osório, general  -  um dos maiores militares brasileiros
Oscarito  -  ator cômico

Padre Feijó  -  político e figura da Regência
Padre Roma  -  prócer da Revolução Pernambucana de 1817
Pedro I  -  primeiro imperador do Brasil
Pedro de Toledo  -  líder civil da Revolução Constitucionalista de 1932
Pinheiro Machado  -  advogado e político
Pixinguinha  -  compositor popular
Prudente de Moraes  -  presidente da República

Quintino Bocaiúva  -  jornalista e político ( Presidente de Estado )
Quirino dos Santos  -  jornalista e político

Ranchinho  -  cantor popular (em dupla com Alvarenga)
Rangel Pestana  -  jornalista e político
Rodolfo Mayer  -  ator
Rui Barbosa  -  jurista, tribuno e político
Robert Stephenson Smith Baden Powell - Fundador do Escotismo
Roger Avanzi (o Palhaço Picolino)

Saldanha Marinho  -  líder republicano
Senador Vergueiro  -  político e abolicionista
Silva Coutinho  -  político e oitavo bispo do Rio de Janeiro
Silva Jardim  -  propagandista da República
Silveira Martins  -  político e tribuno

Teófilo Ottoni  -  político e colonizador
Tonico  -  cantor popular ( em dupla com Tinoco )

Ubaldino do Amaral  -  um dos patriarcas do Partido Republicano

Venâncio Aires  -  prócer da campanha republicana
Vicente Celestino  -  cantor lírico e popular
Viriato Vargas  -  militar
Visconde de Albuquerque  -  político do Império
Visconde de Itaboraí  -  estadista
Visconde de Jequitinhonha ( Montezuma )  -  político
Visconde do Rio Branco  -  estadista
Vitorino Carmilo  -  político

Washington Luis  -  Presidente da República
Wenceslau Brás  -  Presidente da República.

Zé Rodrix (José Rodrigues Trindade) maestro,compositor,cantor,ator e escritor.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

IRMÃO “ARRELIA” É HOMENAGEADO NO MUSEU DO GOSP



Irmão Waldemar Seyssel, mais conhecido como “Arrelia”, viveu entre 31 de dezembro de 1905 a 23 de maio de 2005. Foi ator, humorista e palhaço brasileiro. Iniciado na maçonaria em 16 de outubro de 1933, na Loja “Estrela da Caridade”, Oriente de Espírito Santo do Pinhal, São Paulo. Produziu uma peça de teatro intitulada “O Príncipe da Maçonaria”.

Agora no último dia 26 de maio, foi entregue ao Museu do GOSP, passando a fazer parte do seu acervo, em quadros muito bem preparados, os originais da ficha maçônica do Irmão Waldemar Seyssel (Palhaço Arrelia), bem como da ata de aprovação do seu nome para ingresso na Ordem. Ao ato estiveram presentes autoridades maçônicas, como o Eminente Grão-Mestre Estadual, Mario Sergio Nunes da Costa, Conselheiro Estadual, Júlio César Octaviani e o Irmão Carlo Alberto Sarcinelli, realizador da arte final para exposição e o Venerável Mestre da Loja “Estrela da Caridade”, Irmão Celso Norberto Bianchi entre outros.


FONTE: www.gob.org.br

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Maçonaria e Sociedade



Antes de explorarmos o papel que deve existir entre a Maçonaria e a Sociedade, é necessário que tenhamos claro que uma das conceituações mais importantes da Ordem diz: “A Maçonaria é uma instituição essencialmente iniciática, filantrópica, educativa, filosófica e progressista”. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. Seus postulados supremos são: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Com base nesses princípios é preciso que entendamos que nenhuma sociedade será verdadeiramente justa e humana enquanto persistir as desigualdades de oportunidades, enquanto houver exploradores e explorados, enquanto presenciarmos os direitos humanos e as liberdades individuais das pessoas serem deliberadamente violadas.

É certo que a sociedade brasileira vive hoje uma crise aguda de homens e de idéias. Estamos observando, atônitos, o Brasil se debater em obscuro lamaçal formado pela corrupção, a decadência dos costumes e uma derrocada da moral. Condições subumanas de sobrevivência da grande maioria da nossa gente, em chocante contraste com o fausto de pequena minoria. A violência crescendo exponencialmente sob todas as suas formas. A coisa pública sendo mal gerida em quase todas as áreas. A política econômico-social erigida em detrimento da grande maioria dos brasileiros e para benefício de uns poucos.

É claro que temos responsabilidade nesse quadro. Não podemos assistir impassíveis e aparentemente impotentes toda esta situação. É preciso que empunhemos a bandeira da Liberdade, Igualdade e Fraternidade para combater este quadro que assola a nossa sociedade. É preciso que saibamos que não haverá paz social sem o saneamento da miséria e a diminuição da violência, se não houver efetiva igualdade de oportunidade para todos e se todos não tiverem igual acesso aos bens de progresso, à saúde, à habitação, à alimentação, ao ensino e ao bem-estar social.

É preciso que saibamos que não haverá sentimento de unidade entre os homens se não houver Fraternidade entre os mesmos. Fraternidade consubstanciada no amor, no apoio e no interesse pelo próximo, independente de suas idéias, raça, religião ou posição social.

É chegado o momento mais uma vez de parar, refletir e questionar: que papel a Maçonaria deve desempenhar na sociedade? Estamos cumprindo a nossa obrigação de construtores sociais? Nosso trabalho tem gerado mudanças benéficas à estrutura desta sociedade? Temos tentado encontrar saídas para os graves problemas com que nossa sociedade se defronta? É claro: sendo a Maçonaria uma instituição que visa tornar o homem melhor e cultivar o amor fraternal entre as pessoas, não caberia a ela também uma parcela de responsabilidade sobre o caos social que estamos vivendo?

Entendemos que não cabe à Maçonaria enquanto instituição encampar os problemas sociais que vive o País. A Maçonaria deve ficar isenta. Ao contrário dos seus membros. Estes sim, devem ser ativos, inconformados, fustigadores e principalmente instrumentos de mudanças. Cabe-lhes mostrar e preparar os homens, que devem levar adiante a bandeira dos postulados maçônicos. Eis a verdadeira missão.

Avante, não pelo engrandecimento da Maçonaria, pois, como instituição, ela prescinde de nossas preocupações; mas para nos pormos à altura dela, pequenos que somos diante do que ela representa perante a sociedade na formação de homens de virtude e de bons costumes.

Afinal, não é a escola que promove mudanças, mas os homens que ela abriga. A Maçonaria é uma escola de homens livres e de bons costumes. A estes sim, cabe parcela de responsabilidade na solução da crise social que estamos vivendo e, finalmente, através do exemplo e da ação, sejamos sempre não só interpretes, mas principalmente instrumentos de mudanças que a sociedade tanto reclama.



Ir. Celso Cerchiari
Loja Rodrigues Silva, 200 - São Paulo - SP
Fonte: Editora Cinzel

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Exaltação ao Arco Real em Curitiba/PR


Foi realizada no último dia 31/05/2014, no Salão da ARLS “Os Templários” em Curitiba, mais uma sessão de Exaltação a Ordem do Santo Arco Real no Capítulo de Maçons do Arco Real Jerusalém Nº 73. Foram exaltados 46 novos Companheiros, em uma Cerimônia primorosamente conduzida pelos Excelentes Companheiros Newton Staskoviak, Primeiro Principal, André Luis Fernandes Dutra 2º Principal, Roberto Mello Perreira 3º Principal e o Companheiro Emerson José da Silva, Principal Forasteiro e os oficiais deste Capitulo. Estavam presentes nesta cerimonia o GM do GOB-PR, EM Ir. Dalmo Wilson Louzada e o GM Adj da GL da Marca do Brasil EM. Ir. Gerald Koppe Jr, num total de 72 Companheiros assinando o livro de presenças.

Para ser exaltado ao Santo Arco Real, é necessário que o irmão seja Mestre Maçom regular e ativo do GOB há pelo menos 4 semanas. Esta ordem de aperfeiçoamento é administrada pelo Supremo Grande Capitulo dos Maçons do Arco Real do Brasil - GOB e tem como Grandes Oficiais:
Grande Primeiro Principal: Excelentíssimo Companheiro Marcos José da Silva ( Sob. GM GOB),
Grande Segundo Principal: Excelentíssimo Companheiro Mario Sérgio Nunes da Costa ( EM GM GOSP),
Grande Terceiro Principal: Excelentíssimo Companheiro Amintas de Araújo Xavier ( EM GM GOB-MG),
Grande Inspetor para o Estado do Paraná: Excelente Companheiro Dalmo Wilson Louzada (EM GM GOB-PR)

A Ordem do Santo Arco Real é considerada como parte da mais pura e antiga maçonaria, com referencias a ela desde 1740, apenas 12 anos após a criação do Grau de Mestre Maçom. Esta Ordem permite que o Mestre Maçom vivencie toda a riqueza do simbolismo maçônico na sua plenitude e continue a fazer seus estudos e progressos nos conhecimentos da nossa Ordem.

Embora autônoma em relação a qualquer outra Ordem Maçônica, é de certo modo é uma porta de entrada para outras Ordens Laterais Inglesas (Side Degrees), algumas das quais já disponíveis no Brasil, como é o caso das Cavalarias Templária e de Malta, Cruz Vermelha de Constantino, Ordem dos Graus Aliados. Maiores informações podem ser solicitadas via e-mail
oam.parana@gmail.com